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Abr282009

Não Temas
Todos os povos constituem uma só comunidade. Têm uma origem comum, uma vez que a Divina Majestade fez o gênero humano habitar a face da Terra. Têm igualmente um único fim comum. Por meio de religiões diversas, procuram os homens uma resposta aos profundos enigmas para a condição humana: o que é o homem, qual o sentido e o fim da nossa vida, o que é bem e o que é pecado, qual a origem dos sofrimentos e qual a sua finalidade, o que é a morte, qual o caminho para a felicidade e, finalmente, o que é aquele supremo e inefável mistério que envolve nossa existência, onde temos a nossa origem e para o qual caminhamos.

Todo ser humano tem percepção da força misteriosa que preside a vida, chegando, às vezes, ao conhecimento da Divina Majestade. Esta percepção desenvolve no homem um profundo sentimento religioso, único em cada ser humano.
Ao contemplarmos cada individualidade humana, com Verdade, Justiça e Misericórdia, constatamos que: "O que nos une é maior do que o que nos divide" (Lumen Gentium).

Estou convicto de que a mais poderosa "arma" do Reino do Mal é o semear da desunião no Reino do Bem, criando quirelas que consomem as forças que, inicialmente, se destinam ao crescimento do Bem. "Porque brigar pelas diferenças em vez de valorizar o esforço de encontrar Deus" - João Paulo II.

Hoje é claro para mim que todas as vezes que um ser humano se compromete, ativamente, independentemente do credo que professa, assistimos a manifestação da ESPIRITUALIDADE, já que todo bem tem origem no Ser Criador, a Divina Majestade.

Espiritualidade é aquilo que dá sentido à vida. São os valores de vida. É viver os ideais de vida.

O Amor-Exigente, por orientação do Padre Haroldo, tem o caráter pluralista, desenvolvendo, entre seus membros, profundo respeito às diversas manifestações religiosas e, sobretudo, estimulando que os mesmos sejam profundamente engajados em sua opção religiosa.

É natural que as lideranças locais contribuam com suas vivências religiosas, já que não é esperado e muito menos desejado que os mesmos percam sua identidade. E isto é bom, desde que seja feito com ABSOLUTO respeito às escolhas religiosas de todos os participantes.

Melhor do que falar em Deus é falar com Deus.

Este falar tanto pode ser de maneira espontânea, manifestando o que vive no coração, como através da recitação.

As orações espontâneas se mostram bem apropriadas ao contexto dos nossos grupos de apoio, podendo ser acompanhadas das recitadas que, universalmente, são reconhecidas e aceitas pelos credos, como "Pai Nosso" e a "Oração da Serenidade".

Cabe ao coordenador se inteirar das confissões dos membros de seu grupo, visando ao absoluto respeito, para refletir como deverá ser o momento de espiritualidade.
Uma coisa é certa: o momento de espiritualidade não se torna melhor pelo fato de ser longo, demorado. Um breve momento é suficiente para as pessoas se deixarem permear pelo sopro da Divina Majestade.
Estas são linhas mestras. A espiritualidade é tão própria da pessoa e/ou da comunidade que qualquer coisa mais que linhas mestras a destruiria.


Neube José Brigagão (Federação Brasileira de Amor-Exigente)
M M Assessoria & Comunicação S/C Ltda


Abr282009

Como ajudar um amigo envolvido com drogas...
Ao tentar ajudar um amigo envolvido com drogas, não podemos nos comportar como alguém que, não sabendo nadar, pula no rio para salvar o amigo que se afoga. O que se vê nesses casos é ambos sucumbirem às águas, falecendo. Por isso, para livrar o amigo desse que tem sido considerado o mal do século, é preciso conhecer muito bem o assunto, estar em paz consigo mesmo para conscientemente auxiliar o próximo. De qualquer forma, o importante é que não podemos nos omitir e se não temos condições de recuperar o amigo, precisamos, sempre, insistir para que ele concorde em buscar ajuda de especialista em tratamento de dependência, sem o que dificilmente conseguirá sair da prisão psicológica, onde impera a vontade da química e não a própria. Muito oportuna e cabe aqui salientar, a frase tema do projeto de prevenção às drogas, adotada este ano pelo Conselho Municipal de Entorpecentes de Marilia, precisamente...

 COMO AJUDAR UM AMIGO SEM SER O "DEDO-DURO"

Alguns de vocês já se depararam ou estão se deparando com a descoberta de que um amigo ou pessoa próxima é um usuário de droga. E aí? O que fazer neste momento? Na enquête, sobre este tema, realizada no site, percebemos que a maioria dos votantes (51,33%), afirmam que falariam diretamente com a pessoa, o adicto. Outros 43,36%, falariam com a família do usuário. Uma pequena parcela (4,42%), mas ainda existente, se omitiria, e 0,88% falariam com a escola ou empresa na qual o individuo estuda ou trabalha. E você? O que faria ou o que vai fazer? Bem, diante de uma situação delicada como essa, vários aspectos podem ser analisados. Qual o seu grau de comprometimento, carinho, preocupação com aquele que está envolvido com as drogas?Qual a sua proximidade e intimidade com a pessoa? É importante saber as respostas destas perguntas, pois você vai entrar num campo complexo, que é o de ajudar uma pessoa que muitas vezes não acha que precisa de ajuda, o que pode abalar profundamente a relação de vocês. Antes de tomar qualquer atitude, perceba que você está lidando com um problema extremamente sério, e que nem sempre temos a felicidade de sermos bem recebidos pelo usuário, que em muitas das vezes nega seu estado avançado de dependência física e/ou psíquica.Porém, volto sempre a enfatizar, que a adicção é uma doença crônica e precisa ser levada a sério e tratada como tal. Não se esqueça disto! Você pode se questionar se vai ser um "dedo-duro" ou um intrometido ou que vai perder a amizade da pessoa, caso você toque neste assunto... mas pense bem, não é bem provável que você perca a pessoa como um todo, se ela continuar a se envolver com as drogas? Quando nos importamos verdadeiramente com uma pessoa, não deveríamos estar preocupados com o que egoisticamente poderíamos perder, mas sim o quanto podemos ajudá-la ao tentarmos mostrar um caminho diferente daquele que ela vem percorrendo e que aos poucos, ou rapidamente, vem destruindo a vida dela. Agora que você já se deu conta de que nem sempre a ajuda é bem vinda e que sua tentativa pode ser bem frustrante; você ainda acha que vale a pena tentar? Espero que sim, pois se não acreditarmos que existe recuperação para esta doença, é melhor permanecermos omissos, como os 4,42% da enquête, e não nos arriscarmos a sofrer junto com a pessoa com a qual nos preocupamos tanto. Bem, tomada a decisão de que você quer realmente ajudar um amigo adicto, tente primeiro conversar com ele. Pois, ele é a pessoa mais interessada neste assunto, ele tem um problema muito sério, e enquanto ele não se der conta disso, fica extremamente difícil alguém ajuda-lo a fazer alguma coisa pela sua vida. Converse francamente, tente entende-lo, e ao mesmo tempo, mostre a ele que existem outras maneiras de resolver os problemas ou de curtir a vida. E que se o organismo dele já está dependente das drogas, faça-o lembrar da época em que essas substâncias não faziam parte de sua vida e que ele vivia muito bem sem elas.E que finalmente, existem tratamentos para que estas substâncias diminuam seu poder de sedução e dependência no organismo. Incentive-o a pedir ajuda a pessoas de confiança, da família ou não, e a procurar ajuda de profissionais. Se hoje, existem técnicas, medicamentos e especialistas adequados para a recuperação, então porque não lançar mão delas?! Se a resposta de seu amigo for completamente negativa, não hesite em avisá-lo que você poderá falar diretamente com a família dele. Sem ameaça, sempre mostrando que ele tem um problema e que você irá fazer de tudo para ajudá-lo. Caso este seja o próximo passo, descubra quem é a pessoa na família em quem ele mais confia, um irmão(ã), um tio(a), pai, mãe, um primo(a), e recorra a ela. Lembre a este familiar que o vínculo de confiança e carinho são muito importantes na recuperação de um usuário. O medo de ser o causador de uma decepção familiar pode ser uma grande barreira para que o adicto se abra com a família. No entanto, enquanto o usuário esconde-se atrás deste medo, o seu vício e sua vida tendem a se descontrolar. Será que vale a pena esperar ele resolver? É uma luta pela vida. Se você ainda não havia descoberto um sentido para se envolver com um amigo desta maneira, até para ser chamado de "dedo-duro" por este mesmo amigo, acabamos mostrar que você pode estar ajudando uma pessoa querida a dar o primeiro passo. Depois é só acompanhar e torcer para que ele tenha força para continuar lutando pela própria vida.
 
Este artigo foi escrito por Daniela Efeiche Zahr, psicóloga e membro da Equipe do Diga Não às Drogas

Abr282009

Paróquia Santa Rita em Ponta Grossa/PR

Em 1964, no bairro da Ronda, havia uma pequena capela de madeira dedicada a Santa Rita de Cássia, lugar tão simples que  o Pároco na época Frei Rafael O. Cini, um frade dominicano tinha que morar dentro da própria capela, tendo a cama atrás do altar, pois não havia uma casa paroquial. Neste mesmo ano foi iniciada a construção da atual casa paroquial.

Em junho de 1965, festa de Pentecostes, Dom Geraldo M. Pellanda C.P +, bispo na época, instalou a Paróquia de Santa Rita de Cássia. No Domingo de Ramos de 1969, durante a benção dos ramos, um enxame de abelhas invadiu a capela, que estava repleta de gente. Parecia um sinal de que Santa Rita queria uma capela maior, pois aquela era pequena e a freqüência dos fiéis aumentava cada vez mais. Em setembro de 1969, toda a comunidade: homens, mulheres e crianças ajudaram a desmontar a capela de madeira deixando lugar para a nova construção. Em 1970, já estava em funcionamento a nova capela de alvenaria, ainda sem reboque e com portas feitas de tábuas, sendo concluído o acabamento só em 1973. Parecia impossível para gente de um bairro tão pobre, em apenas seis meses, conseguir tudo aquilo. Certamente não foi fácil, pois problemas surgiram , mas, recorrendo sempre à Santa dos Impossíveis, ela não deixou de mandar benfeitores generosos e de resolver todo tipo de dificuldades. E como Frei Rafael comenta: e quantas dificuldades, contrariedades e momentos de desânimo, na nossa vida! Recorrendo sempre a Santa Rita, ela nos ensina a esperar, contra toda esperança, em Deus que tudo pode e que nunca nos abandona. Nos faz lembrar que aqui, estamos de passagem, caminhando em direção à pátria celeste. Que o caminho é Cristo, portanto, é o caminho da Cruz. Que as desgraças e dores devem nos assemelhar a Jesus Crucificado, pois Deus receberá como bem-aventurados aqueles que achar semelhantes à imagem de seu Filho.



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PÁROCOS
1º. Pároco : Pe. Frei Marcos Camilleri, OP (1965 – 1967).

2º. Pároco: Pe. Frei Rafael Cini, OP (1967 – 1975).

3º. Pároco: Pe. Frei Dionísio Cuschieri, OP (1975 - 1978).

4º. Pároco: Pe. Frei Luís, OP (1978 - 1984).

5º. Pároco: Pe. Frei Rafael, OP (1984 – 1987).

6º. Pároco: Pe. Frei Pio, OP (1988 – 1990).

7º. Pároco: Pe. Manssueto Pontarolo – Secular – (1990 - 199l).

8º. Pároco: Pe. Silvio Breginski – Secular – (1991 – 1994).

9º. Pároco: Pe. Moacir Gomes – Secular – (1995 – 1996).

10º. Pároco: Pe. Isaias Becher – Secular – (1996 – 1997).

11º. Pároco: Pe. Sérgio Tychanowicz – Secular – (1998 – 2000).

12º. Pároco: Pe. José Valente – Padres da Messe –(2000 - 2002).

13º. Pároco: Pe. Wilton Moraes – CSSR/ Copiosa –(2003 – 2006).


14º. Pároco (ATUAL): Pe. Pedro Cláudio Mendes – CSSR/ Copiosa.

 E-mail: pe.pedrocopiosa@yahoo.com.br
 


Abr282009

Comunidade Terapêutica Pe. Wilton
 
A Servos da Misericórdia da Copiosa Redenção tem como objetivo geral, promover prevenção, recuperação e reinserção familiar e social de pessoas com transtornos decorrentes do uso, e/ou abuso de substâncias psicoativas. As condições para admissão, parte do princípio de que o candidato precisa estar disposto a realizar o programa de 9 meses. A C.T Pe. Wilton possui uma ótima infra-estrutura, com capacidade de atendimento de 45 pessoas, e possui uma metodologia com um programa terapêutico-sócio-educativo baseado no tripé: Oração, Trabalho e Disciplina.

A Equipe Terapeutica possui uma comissão de seminaristas e religiosos, que tem como coordenador o Ir. Alisson e seguida pelos Irs. Márcio, Luciano, Marcelo, Ricardo, Fabiano, Fabrício. Psicóloga Irmã Noemia. E os Padres Wilton e Pedro.

OBSERVAÇÃO: Trabalhar com recuperação de dependentes químicos requer uma grande capacidade de tolerância à frustração, devido ao nível de desistência dos residentes.

Copiosa Redenção 42-9931-6700 (Ir. Alisson)
Paroquia Santa Rita 42-3224-4600 (Simone)
servosdamisericordia@yahoo.com.br

Abr282009

Vídeo: Quem é um Adicto








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